quarta-feira, 3 de maio de 2017

Os Dias do Cárcere. Cinebiografia de Antônio Gramsci está no YouTube

Encontra-se no YouTube o filme biográfico "Antônio Gramsci. Os Dias do Cárcere", do renomado cineasta italiano Lino Del Fra. O filme é estrelado pelo ator Ricardo Cucciola, que interpreta Antônio Gramsci, um dos mais importantes teóricos da tradição marxista e dos mais destacados dirigentes políticos. Produzido em 1977, o filme também está disponível em DVD produzido pela Versátil Filmes, lançado em 2013.
Para assistir, clique no link: 

terça-feira, 2 de maio de 2017

Reflexões sobre a Greve Geral


A greve geral é o estado de exceção imposto pelos trabalhadores contra o estado de exceção dos ricos. Seus desdobramentos imediatos e históricos são positivos para o conjunto da classe trabalhadora. Segue artigo de Marcelo Badaró Mattos, publicado originalmente no Blog Junho.

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Greve Geral. Apenas o Início...


Hoje é apenas o início da reação do trabalhadores ao Estado de Exceção que os patrões estão impondo ao povo brasileiro. Muita luta está por vir. Apenas não, um bom início!

sábado, 8 de abril de 2017

Controle das progressões, licenças e concessões de dedicação exclusiva pela Fazenda é passo para destruição de universidades públicas no Paraná


O reformadores neoliberais da educação estão desmontando as universidades públicas brasileiras. A autonomia administrativa e pedagógica está sendo destruídas através de reformas moleculares nos estados, mas têm importância nacional como estratégia. Exemplo disto é o que vem acontecendo no Paraná, como mostra a denúncia de professores da Universidade Estadual de Ponta Grossa, no site do Brasil de Fato:

quinta-feira, 6 de abril de 2017

ESCOLA “SEM” PARTIDO Esfinge que ameaça a educação e a sociedade brasileira

 
É com muita satisfação que o Projeto de Extensão Editorial Laboratório de Políticas Públicas (LPP/UERJ) apresenta seu segundo lançamento intitulado Escola “sem” partido: esfinge que ameaça a educação e a sociedade brasileira. A coletânea é organizada pelo Professor Gaudêncio Frigotto, uma das mais significativas referências intelectuais para se pensar o campo da educação e das ciências humanas e sociais na atualidade, tanto no Brasil quanto na América Latina.
Escola “sem” Partido é composto por artigos de acadêmicos e estudiosos que analisam alguns dos múltiplos aspectos do Projeto de Lei Escola sem Partido. Abordado por diferentes prismas, os textos têm em comum o objetivo de ampliar a compreensão que se tem do movimento que dá origem ao nome "escola sem partido" e desvelar sua orientação ideológica, a de uma suposta neutralidade dita “sem” partido.
Leia mais, em http://www.lpp-uerj.org 

terça-feira, 4 de abril de 2017

QUEM DISSE, "O POVO NÃO SABE VOTAR"?





Mais do que nunca é preciso compreender os mecanismos de captura da democracia pelas corporações econômica, como instrumento que anula o voto das pessoas comuns, colocando-o contra o povo na forma de medidas espoliadoras. No caso da reforma da previdência, o voto de cada cidadão nada vale frente à compra dos políticos que hoje operam pela aprovação. Setores do capital financeiro interessados na venda da previdência privada são os financiadores das campanhas dos relatores. No final, ainda colocam a culpa no "povo que não sabe votar". É o que revela a reportagem abaixo, sobre os parlamentares que estão a frente da famigerada Reforma da Previdência:

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Não foi por falta de avisos: leituras para crítica das esquerdas brasileiras


Dada a atual perplexidade das "esquerdas" brasileiras frente a "vertiginosa" ascensão de forças conservadoras aos governos (mediante persuasão e violência) e do respectivo retrocesso político-social alcançado até então, fazer o balanço crítico dos governos do PT é tarefa imprescindível para construção de novos horizontes estratégicos e táticos no sentido progressista. Nesta postagem, sugiro a leitura de dois artigos do sociólogo Luiz Werneck Vianna publicados originalmente no site Gramsci e o Brasil. O primeiro, intitulado O Estado Novo do PT, data de 2007. Nele o autor examina o esgotamento da estratégia lulista de "conciliação de contrários" em tom quase premonitório:
De qualquer sorte, da perspectiva de hoje, já visível o marco de 2010, não se pode deixar de cogitar sobre as possibilidades de que o condomínio pluriclassista que nos governa venha a encontrar crescentes dificuldades para sua reprodução, em particular quando se tornar inevitável, na hora da sucessão presidencial, a perda da ação carismática do seu principal fiador e artífice. Na eventualidade, no contexto de uma sociedade civil desorganizada, em particular nos seus setores subalternos, e do atual desprestígio de nossas instituições democráticas, a política pode se tornar um lugar vazio, nostálgico do seu homem providencial, ou vulnerável à emergência eleitoral da direita, brandindo seu programa de reformas institucionais, entre as quais a de simplificar ao máximo o papel do Estado, a ser denunciado como agência patrimonial, fonte originária da corrupção no país. Impedir isso é a tarefa atual da esquerda. Mas ela somente reunirá credenciais para tanto, se, rompendo com o estatuto condominial vigente, for capaz de reanimar seus partidos, aí compreendido o PT, e de estabelecer vínculos concretos com os movimentos sociais, sempre na defesa da sua autonomia, em torno de suas reivindicações.
No segundo artigo, publicado no mês de novembro de 2016 sob o título Em meio à tempestade, Vianna analisa a contexto da crise política brasileira e mundial:
Se esses objetivos, antes da recente sucessão presidencial nos EUA, não contavam com soluções fáceis, eles parecem tornar-se ainda mais espinhosos depois dela. Com tirocínio político, que não nos faltou em outros momentos agudos da nossa História, podemos chegar a um bom porto. Em meio aos muitos perigos que nos rondam, inútil ficar com o olhar perdido em 2018. A hora da grande política é agora.
Vianna não foi o único a avisar que o trem da "conciliação de contrários" estava prestes a descarrilar, impondo altíssimos custos humanos e sociais para os trabalhadores e toda ordem de brasileiros desvalidos. 2017 chegou e, por enquanto, ainda não há novidades que não indiquem o aprofundamento das perdas civilizatórias. Aliás, os apitos do trem da barbarie estão cada vez mais próximos, mas o PT e seus satélites continuam agindo nos marcos da pequena política.

Abaixo seguem os links para leitura dos artigos citados.

O Estado Novo do PT
Em meio à tempestade


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