A Globo é sócia do capital financeiro. É agência ideológica do poder econômico e, por isso, joga em posição central na crise. Em articulação com o poder judiciário, capturado pelas corporações empresariais, o consórcio busca conduzir a substituição do usurpador Michel Temer por outro que garanta o aprofundamento do programa de espoliação do fundo público.Entender os interesses econômico-políticos que envolve essa trama é tarefa fundamental para os movimentos progressistas que lutam por uma democracia substantiva no Brasil e na América Latina.