sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Mapa das escolas ocupadas no Paraná: acompanhe em tempo real


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"A CADA ESCOLA REINTEGRADA, DUAS SERAM OCUPADAS'' REINTEGRARAM 13 ESCOLAS, OCUPAMOS MAIS 70
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Você pode acompanhar em tempo real a ocupação da escolas no Paraná, clicando aqui.

A juventude mostra o caminho: 300 ocupações no Paraná


A Casa Grande está acelerando os ataques aos direitos sociais e trabalhistas, e já decretou mais uma morte à sempre moribunda democracia brasileira. Para barrar o retrocesso, ocupar as escolas e as ruas, rumo à uma greve geral real é o caminho. Os estudantes do Paraná já começaram:
... é fundamental se apoiar nos exemplos mais vivos da luta de classes, como é o Paraná nesse momento, e seguir exigindo que as centrais sindicais que dirigem os principais sindicatos do país, saiam em luta contra imediatamente, organizando uma greve geral real, e coloquem nas ruas, em unidade com a juventude, o sujeito ainda oculto nesse processo, a classe trabalhadora do país de 12 milhões de desempregados, e ameaçada de perder seus direitos. Apenas assim é possível barrar os ajustes do governo golpista de Temer que estão sendo votados a toque de caixa, a serviço dos empresários, da mídia e do imperialismo.
Para ler a íntegra da matéria, clique aqui.

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Estudantes convocam ocupação nacional de escolas em defesa do ensino médio público

Ao contrário do que propagandeiam os burocratas do MEC, ao afirmarem que a MP da reforma do ensino médio é de interesse dos jovens, estudantes secundaristas de várias cidades do país já entenderam os impactos negativos da medida e estão reagindo. Em Campinas-SP, ontem (5.10) teve ato nas ruas, em Contagem-MG teve paralisação  (29.09) e em Curitiba-PR já são 20 escolas ocupadas contra a MP 746.

Assim, a educação pública que por anos já vinha sofrendo cortes pelo governo do PT, e agora quer ser extinta pela Reforma do Ensino Médio e a PEC 241, com apoio de golpistas e empresários, nos afasta cada vez mais das universidades públicas e posicionamentos críticos ou mesmo da ciência, pois não é atoa que querem tirar a obrigatoriedade de Sociologia, Filosofia, Artes Educação Física, Física, Química etc, e em troca, oferecer um técnico sem nenhuma qualidade, provocando uma base curricular pouco proveitosa e oferecendo mão de obra barata para os patrões.
Logo, fica o chamado nacional a todos estudantes, professores e trabalhadores da educação, para que nos unamos contra a reforma e os diversos ataques em nossos direitos. Que lutemos assim como em junho de 2013 e as ocupações de mais de 200 escolas em SP, mostrando que temos força, e que se preciso, incendiaremos o país para as lutas.
Clique aqui para ler a matéria na íntegra.

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Na coluna Análise do Conjuntura de setembro, o Prof. Dermeval Saviani (UNICAMP) analisa os desafios da educação no contexto do golpe de 2016

Em texto curto, porém preciso, Dermeval Saviani coloca em evidência as 
especificidades da formação social brasileira, marcada por uma democracia "ultra restrita", historicamente sujeita a golpes. O autor de Escola e Democracia e Prêmio Jabuti, avalia o golpe de 2016 e aponta o papel da educação neste contexto:
"A atual conjuntura se constitui, pois, num momento grave que estamos vivendo no qual o tema dos desafios educacionais da democracia pode ser considerado como uma rua de mão dupla. Ou seja, a educação é desafiada duplamente: por um lado, cabe-lhe resistir, exercendo o direito de desobediência civil, às iniciativas de seu próprio abastardamento por parte de um governo que se instaurou por meio da quebra do Estado Democrático de Direito. Por outro lado, cumpre lutar para assegurar às novas gerações uma formação sólida que lhes possibilite o pleno exercício da cidadania tendo em vista não apenas a restauração da democracia formal, mas avançando para sua transformação em democraciareal." 

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Prof. Gaudêncio Frigotto (UERJ) detona MP do Ensino Médio: "uma covardia com os filhos da classe trabalhadora"


Em texto bastante contundente, o Prof. Gaudêncio Frigotto, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, denuncia a segregação social embutida na reforma do ensino médio proposta por Mendonça Filho.
A reforma de ensino médio proposta pelo bloco de poder que tomou o Estado brasileiro por um processo golpista, jurídico, parlamentar e midiático, liquida a dura conquista do ensino médio como educação básica universal para a grande maioria de jovens e adultos, cerca de 85% dos que frequentam a escola pública. Uma agressão frontal à constituição de 1988 e a Lei de Diretrizes da Educação Nacional que garantem a universalidade do ensino médio como etapa final de educação básica.
Os proponentes da reforma, especialistas analfabetos sociais e doutores em prepotência, autoritarismo e segregação social, são por sua estreiteza de pensamento e por condição de classe, incapazes de entender o que significa educação básica. E o que é pior, se entendem não a querem para todos.
 

Para ler a íntegra do texto, clique aqui.

Blog do Prof. Luiz Carlos de Freitas lança página sobre a MP do Ensino Médio

O blog AVALIAÇÃO EDUCACIONAL, do Prof. Luiz Carlos de Freitas (FE/Unicamp), lançou uma página específica para reunir material sobre a MP 476, que pretende reformar o Ensino Médio. O conteúdo da página está bem rico, reunindo a legislação, análises de diversos estudiosos e manifestos de entidades. Vale a pena conferir. Para acessar, clique aqui.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Eleição do desencanto do eleitor. 'Não temos mais um partido hegemônico de esquerda no Brasil'. Entrevista especial com Rudá Ricci


Sociólogo Rudá Ricci analisa o resultados das eleições municipais de 2016 e aponta tendência de o PSOL ocupar o espaço do PT nas esquerdas. 
Diante da crise do PT, como analisa a atuação do PSOL nas eleições deste ano?

Rudá Ricci ‐ Se saiu muito bem. Em certa medida, começou a ocupar o espaço do PT, se relembrarmos a própria trajetória petista em pleitos municipais. Durante grande parte deste primeiro turno, esteve bem em várias capitais: São PauloRio de JaneiroPorto AlegreBelémCuiabá. A queda acentuada em Porto Alegre e São Paulo se deve, em especial, à parca estrutura de organização partidária e seu baixo enraizamento em regiões mais pobres e periféricas. Mesmo assim, se tornou a segunda legenda nacional no campo das esquerdas.
Leia a entrevista publicada originalmente na revista IHU-On line, aqui.

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